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Vídeo: Testando a ‘Black Head’ – Máscara preta removedora de cravos!

Olaaaar lindos e lindas!

Finalmente testei a famosa ‘Black Head’, mais conhecida como máscara preta e que promete remover cravos e espinhas do rosto. Ganhei de presente essa bisnaguinha e resolvi testar exatamente na hora de gravar o vídeo para vocês. Assista o vídeo e confira as minhas impressões sobre esse produtinho!! Aaah, alerta de ser um vídeo engraçado hein 🙂 

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Mega Curioso: 11 mitos sobre o chocolate

Mais uma vez o site Mega Curioso prendeu minha atenção em uma de suas publicações, não sei se é pelo fato de ser sobre chocolate..HAHA’ enfim, achei super interessante e resolvi compartilhar aqui com vocês. São 11 mitos sobre o chocolate, tem tanta gente que evita comer o chocolate por vários motivos ditos verdadeiros e não sabem o que estão perdendo. Só ressaltando que o consumo exagerado de qualquer alimento pode ser muito prejudicial a saúde e não somente chocolate. Espero que vocês gostem e tirem suas dúvidas a partir dai. Beijinhos!

#Mito 1 – Chocolate aumenta o colesterol ruim

Se você já considerou parar de consumir chocolate por causa do colesterol ruim (LDL), talvez seja a hora de repensar sua escolha. Embora o alimento realmente contenha manteiga de cacau – que é uma gordura saturada – a maior parte dessa gordura vem do ácido esteárico, que não age no organismo como uma gordura saturada. Prova disso é que alguns estudos apontaram que o chocolate não aumenta o LDL e ainda, para algumas pessoas, é capaz de diminuir os níveis de colesterol.

#Mito 2 – Chocolate contém muita cafeína

Ao contrário do que muitos acreditam, o chocolate não contem grandes quantidades de cafeína. Uma barra comum de Hershey’s, por exemplo, contém 9 miligramas de cafeína enquanto sua versão amarga contém 31 miligramas. Agora compare esses números com os 320 miligramas de cafeína contidos em um café grande do Starbucks. É fato que os chocolates mais amargos contêm maiores quantidades de cafeína, mas ainda assim será uma porção muito menor do que se imagina.

#Mito 3 – O açúcar do chocolate causa hiperatividade 

Acreditamos que açúcar demais é um dos principais motivos pelos quais as crianças não param de correr e pular por um instante sequer, não é mesmo? Porém, mais de uma dúzia de estudos qualificados não conseguiram encontrar uma relação direta entre o açúcar presente na dieta das crianças e o comportamento hiperativo. A partir daí surgiram duas teorias: 1) ou o meio – festas, férias etc – é o que desencadeia a hiperatividade ou 2) são os pais que já esperam um comportamento fora do comum depois da ingestão de açúcar. Independente disso, nenhuma das duas alternativas está relacionada ao chocolate.

#Mito 4 – Diabéticos devem evitar chocolate

O alimento não precisa ser completamente eliminado da alimentação dos diabéticos. Na verdade, muitos se surpreendem ao descobrir que o chocolate tem um baixo índice glicêmico. Estudos recentes apontam que o chocolate amargo pode até mesmo aumentar a sensibilidade à insulina em pessoas com pressão sanguínea normal e alta, além de melhorar a disfunção endotelial em pacientes com diabetes. Logicamente, esses fatores variam de acordo com cada pessoa, então é sempre recomendável consultar um especialista.

#Mito 5 – Chocolate dá cáries 

Um estudo que buscou identificar o desenvolvimento de placas dentárias após a ingestão de chocolate revelou que o alimento tem um efeito menor do que o açúcar comum. É claro que a maior parte das pessoas não consome açúcar puro, mas outro estudo corrobora essa descoberta por não ter encontrado nenhuma ligação entre o chocolate e as cáries. Na verdade, um estudo da Universidade de Osaka, no Japão, revelou que algumas partes do cacau previnem a proliferação de bactérias e o surgimento de cáries.

#Mito 6 – Chocolate engorda

Esse deve ser um dos mitos mais populares acerca desse alimento e ele não está de todo errado. Consumir grandes quantidades de chocolate é tão ruim quanto ingerir grandes quantidades de qualquer outro alimento. Por outro lado, um estudo realizado pelo National Institute of Health descobriu que o hábito de consumir pequenas porções de chocolate durante cinco dias estava relacionado a um menor índice de massa corporal, mesmo nos casos de pessoas que consumiam mais calorias e não praticavam mais atividades físicas do que outros participantes.

#Mito 7 – Chocolate pode aumentar o stress

Um estudo apontou que consumir cerca de 40 gramas de chocolate por dia durante duas semanas era suficiente para reduzir os níveis de hormônios relacionados ao stress no corpo de pessoas que estavam se sentindo altamente estressadas.

#Mito 8 – Chocolate não tem valor nutricional 

Qualquer pessoa que já tenha pesquisado sobre o chocolate sabe que ele é um ótimo alimento. Alguns especialistas chegam até mesmo a classificá-lo como um superalimento. Uma barra tradicional de chocolate amargo contém tanto antioxidante quanto 2,75 xícaras de chá verde, 1 taça de vinho e 2/3 de xícara de mirtilos, além de conter uma série de minerais e fibras.

#Mito 9 – Chocolate bom precisa ter pelo menos 70% de cacau

A recomendação que mais se ouve por aí é de que o chocolate a ser inserido na dieta tenha, no mínimo, 70% de cacau para trazer benefícios para a saúde. Uma regra geral é que, quanto mais escuro o chocolate, mais antioxidante ele contém, mas isso não significa que os outros chocolates não trarão vantagens. Em um estudo de 18 semanas, os participantes que comeram uma pequena porção de chocolate com 50% de cacau demonstraram uma redução significativa na pressão sanguínea. Outro estudo ainda revelou melhoras na pressão e no fluxo sanguíneo após o consumo de chocolate com 60% de cacau.

#Mito 10 – Chocolate é afrodisíaco

Esse tema é controverso e divide opiniões. Embora os astecas tenham espalhado a crença de que esse alimento pudesse dar um empurrãozinho nos encontros românticos, nenhum estudo realizado até então conseguiu encontrar evidências concretas de que o chocolate realmente faz a diferença entre quatro paredes. De qualquer maneira, o chocolate não deixa de ser um alimento sensual, que ajuda a relaxar e ainda pode ter características afrodisíacas que têm origem psicológica.

#Mito 11 – Chocolate dá espinhas

Quem aqui, adolescente ou não, já não pensou duas vezes antes de comer um pedacinho de chocolate justamente por causa das espinhas?! Pois saiba que os pesquisadores buscam associar o alimento à acne desde a década de 1960, sempre sem sucesso. Um extenso relatório apresentado no periódico Journal of the American Medical Association concluiu, inclusive, que a alimentação não influencia no tratamento de acne na maioria dos casos e que grandes quantidades de chocolate não aumentam clinicamente a acne.

Se você curtiu e quer conferir a matéria completa lá no Mega Curioso é só clicar aqui.

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7 dicas para prevenir espinhas

Com alguns cuidados é possível cuidar e até mesmo prevenir as tão odiadas espinhas, essas vilãs na fase da adolescência podem aparecer em qualquer pessoa, tudo isso por causa dos hormônios. Para pessoas que tem a pele muuito oleosa, assim como eu, é pior ainda. Então para tentar reverter essa situação e eliminar as espinhas trouxe algumas dicas, vamos tentar?!

1 – Lave bem o rosto aos menos duas vezes ao dia com um sabonete próprio para você, significa que é preciso procurar um dermatologista para lhe indicar o sabonete ideal e quantas vezes deve ser usado ao dia.

2 – Coma bastante frutas durante o dia, isso ajuda o intestino a funcionar bem. Assim sua pele fica muito mais saudável e bonita.

3 – Esfolie a pele (rosto) ao menos uma vez por semana, o esfoliante tira muita sujeira da pele que as vezes o sabonete não tira.

4 – Evite comer alimentos gordurosos e frituras, sua pele e saúde agradecem. Não significa que é preciso parar literalmente de comer aquilo, mas é só reduzir a quantidade e a frequência.

5 – Tire bem a maquiagem antes de dormir, principalmente se usou base, pó e corretivo. Isso evita que os poros acumulem sujeira e inflamem , o que leva a formação das espinhas.

6 – Não mexa na pele com as mão sujas, essa ação só vai levar mais bactérias ao rosto.

7 – Use secativos. Eles não tiram as espinhas exatamente na hora, mas reduzem pela metade a existência delas.

Caso as espinhas continuem incomodando é necessário consultar seu dermatologista, ele vai encontrar a melhor forma de tratá-las e os melhores e mais adequados produtos para serem usados.

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6 Mitos e 4 verdades sobre espinhas e acnes!

Fazendo algumas pesquisas e procurando alguma coisa sobre cuidados com a pele pra postar pra vocês encontrei uma matéria muito interessante e sobre um assunto que eu sei que vocês iriam gostar bastante. Alguns mitos e verdades sobre acnes e espinhas, essas coisinhas nojentas que surgem na maioria das vezes na região do rosto e que nos incomodam demais, pelo menos no meu caso incomoda muito. E ai numa bela tentativa de escondê-la ou tentar se livrar dela acabamos piorando a situação. Mesmo sabendo que é super errado espremer, caímos na bobagem de fazer isso, como consequência fica uma marca ridícula e que demora muito de sumir. As vezes ela cresce de novo, mais feia e pior ainda. Pensamos na hipótese de escondê-la com maquiagem, que parece ser uma solução maravilhosa porém não é, acabamos de cometer um erro gravíssimo pois isso faz com que a espinha fique mais inflamada ainda. Pois é, no site da uol tem umas coisinhas bem interessantes sobre o assunto, vamos conferir agora.

A dermatologista Letícia Secco, membro da sociedade brasileira de dermatologia esclarece o que é verdade e o que é mentira quando o assunto é acne.

1 – Ansiedade e estresse pioram a acne: Verdadeiro. A ansiedade e principalmente o estresse podem sim agravar a inflamação e as espinhas.

2 – Chocolate provoca espinhas: Falso. Não há estudos científicos que comprovem que qualquer alimento específico, inclusive o chocolate tenha relação com a acne.

3 – Existem medicamentos que desencadeiam o processo acneico: Verdadeiro. Há medicamentos que podem induzir quadros de acne. conhecidos como erupções acneiformes. Entre eles é possível citar os corticoides, vitaminas do complexo B, lítio, isoniazida, entre outros.

4 – A acne só atinge os adolescentes e depois desaparece na fase adulta: Falso. Normalmente a acne aparece na adolescência, já que é nessa época da vida que os hormônios estão em profunda ebulição. Mas, isso não significa que adultos não tenham acne. O quadro pode durar da adolescência até a fase adulta ou aparecer mais tarde. É necessário tratar a doença logo no início, para que a acne não provoque cicatrizes e se transforme em um problema crônico. Há casos ainda de espinhas em crianças e bebês, constituindo a acne infantil.

5 – Intestino preso e acne tem relação: Falso. A função irregular intestinal não tem a ver com a acne.

6 – O clima interfere na qualidade da peleVerdadeiro. O suor no verão, associado com o uso de protetores solares gordurosos podem ocasionar maior oleosidade da pele.

7 – Cosméticos em excesso podem prejudicar a pele e causar espinhas: verdadeiro. Para manter a pele saudável é fundamental mantê-la limpa, e hidratada. Cosméticos muito gordurosos ou do tipo “pancake” podem piorar o aspecto da acne, principalmente em peles oleosas. Produtos do tipo “oil free” ou “não comêdogenicos” são os mais indicados neste caso.

8 – O sol ajuda no combate à acne: Falso. Pode ocorrer uma melhora inicial nas lesões inflamadas, mas não há evidência científica direta de que o sol melhore as espinhas.

9 – A poluição aumenta a probabilidades de desenvolver acnes: Falso. A coloração preta dos comedões abertos, ou pontos pretos, está relacionada à oxidação da gordura e não a presença de sujeira na pele ou nos poros.

10 – Posso resolver o meu problema com acne apenas com limpeza de pele e pomadas: Falso. Existem diversas formas de combater as espinhas, dependendo da gravidade do problema e de quão avançada ela está. O tratamento pode ser feito com medicamentos tópicos à base de peróxido de benzoíla, ácido salicílico, antibióticos ou ácido retinóico. O tratamento oral é feito com antibióticos ou com retinóide. O retinoide oral para acne (substância derivada da vitamina A, conhecida como isotretinoína), reduz o tamanho das glândulas sebáceas e modifica a composição das gorduras contidas no sebo, além de reduzir a inflamação. O dermatologista é quem poderá analisar cada caso e indicar o melhor tratamento.