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Reflexão: Meu Primeiro Amor – Grupo Sare

Oi gente lindaaa, venho hoje com um post super especial porque é meio que um publieditorial, minha primeira parceria aqui do blog. A empresa parceira é o Grupo Sare lá de São Paulo. Eles tem dois sites, um é o site principal e o outro é um portal que funciona como um blog, ambos são voltados para saúde e bem-estar. Hoje, vim trazer uma reflexão feita por Daiana Barasa que é jornalista do grupo. Espero que vocês gostem, e para mais informações é só acessar os links: Site PrincipalPortal.

REFLEXÃO

MEU PRIMEIRO AMOR

                                                                                                                    Daiana Barasa

Dificilmente alguém nunca tenha assistido ao filme Meu Primeiro Amor, mas vou te contar essa história com a minha visão paralisada de garota de onze anos de idade. A história gira em torno da linda garotinha de olhos azuis Vada (Anna Chlumsky).  A garotinha estava acostumada a conviver com a morte de perto, isso por que perdeu a mãe e seu pai trabalhava como agente funerário. Vivia uma paixão platônica por seu professor de inglês e se inscreveu em um curso de verão de poesia apenas para impressioná-lo. Junto a esses acontecimentos, Vada tinha um melhor amigo, Thomas (Macaulay Culkin), com quem passava a maior parte do tempo.

Ela estava acostumada a ver corpos mortos em sua casa e a vivenciar a dor de outras pessoas de longe, mas ainda assim, Vada era de certa forma “anestesiada” dessas emoções alheias.

Com Thomas ela descobriu um sentimento completamente novo, algo que quando se tem onze anos de idade é capaz de fazer estremecer, são as tais borboletas no estômago. Um primeiro beijo, uma primeira vivência de cumplicidade, tamanha cumplicidade que fez com que o seu melhor amigo saísse em busca do seu anel da sorte perdido, e assim, foi atacado por abelhas e por ser alérgico morreu.

O desenrolar a partir desse incidente enche os olhos de lágrimas de qualquer um que tenha o mínimo de sensibilidade, Vada não aceitava que Thomas havia morrido, que nunca mais voltaria, acostumada a ver corpos mortos em sua casa, acostumada com a ausência da mãe que nunca conheceu, era a primeira vez que ela conhecia a morte de perto, logo depois de conhecer o amor. A garotinha entrou num estado de melancolia e não conseguia mais ver brilho na vida, não conseguia compreender o porquê da morte desse amigo e, mais do que isso, o porquê desse amor tão puro ter se esvaído assim, de uma maneira tão “injusta”, palavra que ela utilizou quando caiu em si.

Vada despertou para o amor, para a dor, para vivenciar uma emoção necessária e nova . A principal mensagem da história era de que esse primeiro amor jamais morreria, e mais do que isso, daria forças para que a encantadora garota prosseguisse.

Ela consegue enfim expressar por meio de palavras em uma linda poesia:

 

Salgueiro chorão com lágrimas escorrendo
Por que você chora e fica gemendo?
Será por que ele lhe deixou um dia?
Será por que ficar aqui, não mais podia?
Em seus galhos ele se balançava
E ainda espera a alegria que aquele balançar lhe dava?
Em sua sombra abrigo ele encontrou
Imagina que seu sorriso jamais se acabou
Salgueiro chorão pare de chorar
Há algo que poderá lhe consolar
Acha que a morte para sempre os separou?
Mas em seu coração para sempre ficou

O filme termina com a amiga de Vada a esperando para um passeio de bicicleta e a mensagem final da história era de que o amor continuava vivo e de que a vida como sempre segue seu curso.

Nós crescemos, mas teremos sempre em nós a menina cheia de sonhos que acredita incansavelmente no belo e doce amor. A cada novo sentimento é como se fosse a primeira vez, é como se o coração batesse descompassado como nunca antes, é como se as borboletas estivessem em maior quantidade habitando no âmago do ventre, é como se o sol nascesse de um jeito que lhe faz crer de maneira egoísta que o espetáculo é só para você.

Meninas sempre serão meninas, sempre serão sonhadoras e sempre serão choronas (risos). Meninas se apaixonam, se encantam, se entristecem, mas não deixam de maneira alguma de sonhar, por mais neblinas que atormentem o dia ensolarado.

O que é de verdade não morre, o que é de verdade floresce, os espinhos que machucam não nos amedrontam. Sempre haverá um pôr-do-sol único para nos saudar e para dizer que o que fica no coração é para sempre.

 

Filme completo: https://www.youtube.com/watch?v=f7xlTabkZOE

Grupo Sare: www.saredrogarias.com.br

*Este post é um Publieditorial

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